18 de junho de 2013

d'esperto?

não te ilude tu que grita 'fora Dilma' mas tá pronto pra botar outros quaisquer a mandar na tua vida. ainda não aprendeu a olhar pro passado? fora com essa corja política como um todo! tem quadrilhas nos tribunais, batalhões, partidos e corporações. não precisa de gente assim pra decidir o que tu faz ou não da vida. cada vez tiram mais a autonomia. tu precisa passar a grande parte dos dias correndo atrás do maldito dinheiro pra pagar tanto imposto e tanto lucro pros bancos e outras multinacionais. será que tu não fala em marchar perante a brigada, os bancos, o big e o mcdonald's porque não quer abrir mão do câncer? ainda, a grande massa de verdade tá em casa, descansando do trabalho pesado até porque amanhã começa cedo, as contas vencem e apanhar da polícia sempre dói. tudo bem... afinal o que é 3/4 ou mais da população? acho que tu nem sabe do que esse povo é capaz.

15 de junho de 2013

Etapas

Depois de ver o pessoal 'acordando', ou melhor, dando voz à insatisfação com a palhaçada assassina das grandes empresas e políticos (não só a nível nacional, mas também municipal e global), anseio pela construção do novo coletivo, quando o pessoal sentir que todos têm que arregaçar manga igual aos demais, porque enquanto o mundo for pesado em cédulas e moedas, como veremos os tesouros das almas? São bilhões de humanos escravizados em rotinas e privações que poderiam estar em constante evolução e contribuição. As notícias vêm e vão e nomes são trocados de tempos em tempos. Nos envolvem com palavras porém só o que precisamos, todos, é comida e abrigo. Nem copa, nem páscoa, nem hóstia ou oferenda. Não são os rituais ou títulos ou grupos ou coisas que garantirão nossa continuidade, mas uma terra que frutifica e paz.

13 de junho de 2013

Fome aos reis

3 de junho de 2013

socorro!

quis mudar o mundo com avisos!
mas cada um olha pro seu umbigo.
cada um tem o foco onde bem quiser
e não deixa de lado só por palavras.

seja a luz, o aluguel, o cachorro, barco,
roupa, passeio, soneca, grupo, família.
somente muda quem sente que precisa.
o mundo tá caindo! não te liga?

nós sustentamos nosso câncer com impostos.
adianta reclamar de qualquer político?
tem que tirar a cabeça podre de lá.
sem senhores só seremos melhores.

se enfurece o povo com o político errado.
vai pra rua e fala o que acha que pensa.
se bate a polícia lota mais o hospital.
se fecha o comércio ninguém mais come!

daqui a pouco os policiais são mortos.
aí entra o exército. depois, gringos.
aí chacina? tirem as armas das ruas
ou vão ser queimados pelos homens!

nada de ódio, mas paz.
cada um por seu lar
e pela comunidade
plantando o pão.

Militar

Prezado cidadão fardado,
Por um cidadão com luxuosas vestes
Vais agredir mui cidadãos sem uniforme?
Vê se enxerga mais que somente objetos,
O mundo ainda é dos que podem tê-los.
Basta ao homem morada e comida.
Melhor da terra que do soldo.
Tiras chão dos miseráveis
E vidas inúmeras
Por grana.
Chega!

Ou não serás feliz nem paz terás toda tua vida!

25 de maio de 2013

Vi Ver Arte

Tão incerta linha da vida às vezes me espanta com suas curvas e rotinas. Basta que continue? Não. Importa-me que a sinta. Crua. Suave ou áspera. Quente ou azeda. Viva. Viva! E quanto mais me surpreende, mais a agarro com minha pessoa. Inteiro. Peito e Cuca. Nós? Que te importa, de verdade? A mim: a ti (por enquanto - até quando?). As entranhas se revoltam, revolvem, revivem, reviram e viram algo que não sei palavrear. Quem disse que quero cura? Amar não é loucura! Teu tato me assombra e assanha. Tua vista alcança onde está meu olho? Acordo coberto de ratos e ranho! Sim, esse sonho me é muito estranho. Meus dedos ainda lembram o toque. A imagem recordada é real e relevante. Ouço de novo com a exatidão que a memória permite cada suspiro dado. Quero. Isso não nego. Pulsa a veia que mancha a tela com meus miolos, desenhando tudo de novo. O passo porém é avante. A mão se ocupa no agora, pintando e tamborilando, plantando e edificando nosso futuro. Incerto, mas o espero.

19 de maio de 2013

P.A.U.

Anuncio neste momento a fundação do Partido Anarquista Único (PAU). O número é zero e concorre a todos os cargos em qualquer eleição. Não há filiação nem candidatos. Como diria o Coisa, do Quarteto Fantástico: "Tá na hora do pau!" * 1 Samuel 8:11-18 - "Este será o costume do rei (...) tomará os vossos filhos, e os empregará nos seus carros, e como seus cavaleiros, para que corram adiante dos seus carros (...) lavrem a sua lavoura, e façam a sua sega, e fabriquem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros. E tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. E tomará o melhor das vossas terras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos. E as vossas sementes, e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais, e aos seus servos. Também os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores moços, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho. Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe servireis de servos. Então naquele dia clamareis por causa do vosso rei, que vós houverdes escolhido" [vide Bíblia Sagrada] * 2 Néfi 5:18 - "Eu (...) não desejava porém que eles tivessem um rei" [vide O Livro de Mórmon] * Éter 6:22-23 - "(...) o povo desejava que ungissem um (...) para reinar sobre eles. (...) isso lhes foi doloroso (...) e (...) disse-lhes: Isto seguramente conduz ao cativeiro" [vide O Livro de Mórmon]

7 de abril de 2013

Entrevista

Entrevista de Ediane Oliveira com Paulo Alfrino aos 22:35

Troco

O troco
Eu troco,
Um troço
Sem traço,
Por um terço
Doutro treco.

Feito tricô
Me torço
E te ouço
Até o osso.

Trouxe-o,
Troque-o!

Truco!

2 de abril de 2013

Paulo Alfrino [Alf] @ Programa Olhares

Edição de abertura de 2013 do programa Olhares das quintas à noite na Rádio.Com (104,5FM - Pelotas/RS) apresentado por Álvaro Barcellos e levado ao ar em 28 de março às 21h. Na ocasião, o entrevistado foi Paulo Alfrino [Alf] (http://paulo-alfrino.blogspot.com/), ninja, violinista, escritor, tradutor e corretor, ex-bancário, ex-professor, ex-etc., ex-candidato a prefeito, papa e grão-mestre. Apoio: Ninja School Alfe-San & Clube dos Observadores de Pinguins. Realização: Rádio.Com & Alf Corps.

1 de abril de 2013

Não-governáveis

Não precisa ter quem mande no povo, nem comunistas nem capitalistas. Nem militares nem civis. Enquanto defenderem objetivos particulares, nada feito. Cada pessoa é capaz de se governar e contribuir. No que envolve a coletividade, entretanto, a maioria não o faz. Delegam a exploração e aceitam-na. Por orgulho muitos não arregaçam as mangas, deixam o trabalho 'sujo' pra 'ralé' assalariada/escravizada em vez de se envolver e ajudar a melhorar a comunidade onde vivem, o que inclui auxiliar no processo de educar e nutrir de verdade os semelhantes (somos iguais em potencial, pelo menos) menos favorecidos, até que estejam fortes por si. Só que sem essa mão-de-obra explorada uma parte hoje privilegiada nem ia comer sem trabalhar 'pesado', então deixa como está. As nações se tornaram dependentes umas das outras. As pessoas umas das outras e das organizações (e quase todos do dinheiro oco dos americanos). Sem ajuda humanitária muita gente morre, sem comércio ou bancos também. Poderíamos ter todas pessoas que quisessem devidamente instruídas em mil coisas e trilhões de novas invenções e descobertas. Os nortecoreanos são estimulados às artes, mas também a manter sua cultura e tradição intocadas, à disciplina; os norteamericanos ao patriotismo exacerbado, à preguiça consumista, à ousadia. Ambos são abusivamente doutrinados, mas até onde entendo o pensamento humano, a arte convida a emotividade, o que traz percepção diferenciada. Nesse ponto, vantagem para os povos orientais. Ouço pessoas de lá apoiando seus líderes, elogiando suas condutas. Aqui, vivemos reconhecendo a podridão dos nossos chefes políticos. Em documentário sobre Marighella e o período anterior à ditadura descobri que o programa mais ouvido na Rádio Nacional (tomada pelos rebeldes e predileta da população) tinha grande audiência porque transmitia programas noticiosos violentos. Nossas notícias locais hoje só mostram sangue, vemos o brasileiro como um selvagem. Isso que se vê ocorre, sim, mas é uma meia-verdade, porque é só o que se vê. A verdade oculta é que tem gente que faz coisa boa, mas isso quase nunca aparece, então a perspectiva adotada pela mídia e mostrada a todos indica que esses são os homens e mulheres de nossos dias. Quebram o que bem queiram ou são vitimizados. Não fazem crescer, apenas tomam ou são roubados. Nos filmes americanos só aparecem ricos e gênios, heróis invencíveis ou vilões brilhantes, parecendo que são incrivelmente superiores. Até onde sei, a grande maioria não tem esse perfil. Como aqui, estudam pra se formar e conseguir um emprego, não pra aprender e se desenvolver. Seguem as tendências ditadas. Dessa maneira se cria cultura, mas o problema é que o que se cultiva em nós tem sido decidido por gente má. Dos dois lados, muitos operários em fábricas e construções, pessoas nas lavouras sem instrução formal. Possuem, sim, um aparato de armas e comunicação único, controlado por poucos. Devem tudo isso. Os americanos devem dinheiro aos cabeças chineses que nessa jogada tomam as riquezas minerais de todo planeta por meio dos seus associados. O que nos espera ao seguir essa trajetória? Banhos de sangue. Tudo bem, assim garantiremos o petróleo das gerações futuras. Se repete a história e segue mal contada. Eu? Não sou governável por outros, o que não me exime de participar e construir. E tu?

31 de março de 2013

invasores

na Ásia oriental a prática de artes marciais é cotidiana, até mesmo com praças lotadas de gente de todas idades, assim como é diária a cruel realidade, enquanto a rotina estadunidense é de ócio degenerativo, com exceção de poucos militares treinados em campo e alguns veteranos resistentes. uma invasão conjunta via Beríngia com apoio sulamericano e aéreo-náutico europeu e pfffffff... armas nucleares? no meio disso Israel (bancos) e territórios árabes ficam no esquecimento (ilesos) ou dão apoio tático? que se pode desenhar em um cenário desses? há multidões na Terra. em todos cantos. alguns embrutecidos pelos invasores constantes, outros adormecidos em triste cegueira, cada um na sua pequenez residindo no ócio até ser submetido a um jugo maior. assim se fortalecem os governos e fazem-se as ditaduras. quando vejo praças com milhões de pessoas, como se vê, por exemplo, constantemente na China e se viu na Venezuela, mas não nos EUA ou aqui, entendo o poder real de uma multidão e da sua força, sendo que ela pode se deixar ser fortemente escravizada doutrinariamente. do contrário, sempre parecemos fracos perante o meio. ao mesmo tempo, vejo que pessoas sozinhas podem fazer muito se determinadas. nossa desigualdade é fruto dos enriquecidos papas da ideologia, mestres da ciência, senhores da androcracia, donos das extratoras de recursos naturais, mas alguém trabalha pra levar a comida até eles. seja aqui, na China, no Irã, nos EUA, na Suíça, em Gana, na Nova Zelândia, na Bolívia, Grécia, Espanha... a submissão da massa à dependência de autoridades e sistemas alheios para sua sobrevivência é grave dano. sem os mercadores e sem os governos muitos povos deixarão de ser alimentados como o são hoje e terão de prover seu próprio sustento. com a Coreia do Norte a estratégia agora é cortar o envio de alimentos. que farão com os campos os invasores? serão as viúvas as últimas a lutar nas cidades e lavouras? que dizer das florestas? nossos índios beiram a extinção e tropas são enviadas a suas fronteiras por uma mulher que segue a doutrina da agressividade, assim como age a rainha britânica contra outros países e como a grande maioria dos governantes. nas cidades os bairros invadidos por tropas e gangues. simplesmente. onde está a misericórdia? invasores malditos! tomam pra si o que é de cada um e pra todos. como? sob a injusta máscara da lei escrita com armas e crenças a fim de favorecer seus apoiadores. tudo pode ser justificado com a expedição de uma lei, regra, decreto, norma ou mandato, mas toda lei é feia, porque é fria, se não contém amor. gosto da escritura que é lei amorosa. somos irmãos. não dou a nenhum o direito de explorar ou tirar a vida de outrem colocando sob risco de morte os que o comandam e o fazem. em meu país vi muita terra fértil e improdutiva e cidades lotadas de dependentes consumidores de bens de uso e de vaidade. ao mesmo tempo, grandes quantidades de pessoas capazes sob o manto do esquecimento da pobreza e da falta/dificuldade de acesso a recursos básicos para a sobrevivência. ao longe, nas mansões e fortalezas, os nobres senhores decidem o rumo do povo que lhes sustém. é preciso que a cidade toda invada a terra inteira e ali cultive almas e plantas.

Bloody Easter?

Taking a look after news from North Korea, being warned by a friend, I found that daily updated twitter accounts from that country are now silent for two days or more. Some accounts that were openly talking about the conflict and the proximity of the United States forces are quiet for two weeks or more. Are not there news since then? Will the progress and democracy exist after the war there is finished or the banks and companies will earn fortunes with the reconstruction of the country, the market of weapons and the consumption of products foreign to their culture? After that, two more countries and we all will have banks and debts. Iran and Venezuela are the next in the list. What next? A murder attempt against the South American President? War against the 'last' country with terrorists and nuclear power? Don't you worry. Today we celebrate Easter, meaning freedom, so probably every nation and company and master is now signing documents turning all their slaves free or meaning chocolate eggs so every nation and company and master will continue to explore people and nature in order to get gain. We have enough for every living soul and a lot more in order to live in peace and prosperity.

25 de março de 2013

é sempre assim, na carinha!


aqui na nossa cidade (Pelotas) tem um obelisco com duas mãos em alto relevo em um aperto 'diferenciado' (pra não dizer SECRETO, porque tá ali) bem na frente do bairro 'obelisco'. consta, ainda, a data da revolução farroupilha em 1835 com a bandeira estadual que contém as palavras 'igualdade, liberdade e (pra disfarçar!) humanidade'. consta ainda outra data: 1884, quando foi 'abolida' a escravatura. em outras palavras, ficou caro ter criados próprios. era mais fácil alugar eles, pagar com pouco e vender a comida que eles plantaram. os tempos do charque passaram, hoje temos geladeiras e não precisamos mais que os escravos ponham as mãos no sal. basta que façam prédios e movam fábricas. assim vendem geladeiras pra que armazenemos os alimentos industrializados, em constante crescimento da opressão. agora? os bancos! devemos pra eles a fim ter geladeiras. ah! e telvisores também e outros 'avanços' e, por essa dívida, vão tentar nos tomar o chão. seremos escravos possuídos novamente, até que nos tornemos caros e aluguem outros? quem decide onde o país vai não é o povo, a não ser que coma por si da terra e pare de dar a quem só colhe e não planta.

operária

no ônibus de manhã cedo, depois de ajeitar a escola das crianças, o café da manhã do marido e deixar o almoço ajeitado, ela vai pro emprego, onde trabalha até a exaustão no calor da cozinha, na sujeira do vaso sanitário, na fria linha de produção industrial, na rude lida da terra, destinada a postos hierárquicos e salários inferiores, e por fim retorna ao lar, pra cuidar da roupa, louça, prole...

24 de março de 2013

( ) 1 _ _ _ ( x ) 2 _ _ _

From earth nothn' else
Can I do expect
Than blood
Or bread?

Da terra nada mais
Posso eu esperar
Que sangue
Ou pão?

23 de março de 2013

Where are we?

Welcome hell!!

Lembra da lei

Quantos assuntos ficaram esquecidos? Ontem foi a aldeia Maracanã. Teve o Pinheirinho... Pegou fogo, trocaram o nome, sumiu, silenciaram... As novidades mudam de nomes, mas são as mesmas atrocidades. Felicianos, Malafaias, Calheiros, Sarneys, Lulas, FHCs, Dilmas, Itamares, Zélias, Delfins... Não adianta substituir governantes se as leis continuam entortando os caminhos. Não precisamos estar sob a ditadura pra que tenham autorização pra bater em nós, basta que as leis nada digam a respeito e nós esqueçamos em silêncio perene. São bilhões de Marias e Josés. Apagados. Delatados. Deletados. Agora somos nós. Deixaremos viver mais essas leis? Já falei disso antes, já citei parágrafos e cenários, mas fica sob o véu do passado, que só lembramos ou vasculhamos quando o presente insatisfaz por demais. As leis! Quantas vezes mais gritarei: AS LEIS! Cabe uma só: amar. Se houver um governante que realmente ame o povo e nada lhe importe mais, talvez aí valha a pena, até porque ele abolirá as leis, ajudará o povo a ser independente e ao mesmo tempo unido. Mas pra isso, amor. As outras leis: pro lixo. Precisamos mesmo?

22 de março de 2013

Machucam por conforto

Quando a atual cultura chegou a estas terras, se deu pela violência, naquele momento em que o homem sente-se no direito de ferir pelo conforto. Dominar somente pela força, porém, é trabalhoso e conduz a revoltas. Convencer as pessoas que elas são livres é parte do poder dominante. Se fosse considerar todas as leis expedidas até hoje com o fim de obter trabalho escravo voluntário, há muitas que foram revogadas e trocadas por leis 'menores', que mudam as regras aos poucos, tirando um direito aqui e outro ali, tornando obrigatório o pagamento de sei-lá-o-quê o tempo todo... Nós viemos perdendo liberdades de forma migratória. Aos poucos nos tornamos escravos plenos dos estudos para o trabalho, das cidades, dos costumes, dos produtos. Aos poucos. As leis. Sim, elas fazem a diferença. Aos poucos. Justificativas constantes pra que todo comportamento seja policiado. Cada governante na sua 'vez' vai mudando a lei aos pouquinhos. Sobra mais pra eles. Cresce a burocracia pra vida, tudo são taxas e preços. Quer ser livre? Pague agora! Cada alma é um sol trancafiado em cela em regime solitário num sombrio mausoléu de práticas sociais pagas mensalmente pela prisioneira. Mordemos a vida pra não comer grama. Machucamos por conforto. Doloroso e triste. Contudo, pagamos bem aos que peleiam por causas torpes, aos que vendem venenos aos nossos filhos e pais, aos que mentem que cuidam de nós, aos que defendem perversos, aos que torturam e distorcem, a tantos que fazem da vida um desatino comprar e vender a custo humano.

O fim da pa$

Tava lendo a sinopse dos quadrinhos 'The Punisher: the end' (Jun. 2004) que conta a morte de Justiceiro. Olha o cenário: "The third World War, which began in Iraq, North Korea, and Pakistan, and spread to China, climaxes with a full-scale global nuclear holocaust." (Wikipedia) 2004! (e eu aqui em 2013) Os EUA (que tá em Israel em missão de 'paz') tem que mandar bombardeiro pra lá pra quê? Paz! Paz! A chamada da matéria põe a culpa na Coreia, quando o discurso foi por causa de um bombardeiro americano fazendo 'exercícios' tidos como provocativos nas circunvizinhanças. Guerra! Guerra! Lucro. Sim, esses bombardeiros custam fortunas. Morrem? Danem-$e! Paz! Paz! Paz! Não pa$!

21 de março de 2013

Na calçada

Deixamos de investir em pessoas brilhantes tapadas de nossas vistas com os papelões do capitalismo. Preconceitos? Muitos! Desigualdade ingrata. Estudiosos e trabalhadores na miséria nas nossas capitais e ainda parece tudo tão absurdo na Grécia. Quando cai a ficha que não somos invulneráveis? A qualquer hora um diploma ou currículo perde valor. Em semanas podemos ser nós os caídos no esquecimento da sarjeta, ansiosos que alguém nos erga. Quando se entende que sozinho ninguém vive? É preciso erguer quem queira andar, mas isso só se descobre vendo, ouvindo e entendendo quem tá caído.

Esquecimento

Queria lembrar todo tempo
Do que ocorre mundo afora
E voando tal qual o vento
Ir onde quero em uma hora

Com força tal qual o fogo
Queimar a tanta injustiça
Que faz parte do mau jogo
Onde o fraco perde a vida

Como a árvore ir pro alto
Num crescimento constante
Como um felino, num salto
Pegar a caça num instante

Distraio-me uma outra vez
Com as coisas e mil cores
Esqueço do valor de vocês
Busco mais prazer e dores

Com isso me sinto eu vivo
Mas desse jeito sou morto
Se do irmão sou esquecido
Se só importa o meu corpo

18 de março de 2013

From Brazil to USA

Each day I get more concerned about you in the USA (and consequently about us here in the 'rest of the world' to be taken after). Yes, there is people near here that needs to see it clearly too, but you're already in a dictatorship and it seems from here that most of you are not well informed about. The regular human is still watching entertainment shows and manipulated news when they are not working hard for the banks, brands, kids, churches and governments. Yes, we are all doing the same in the entire world. Everybody is watching the commercials of the same products. We buy it, then they sell and distract us. As much as I see around, pratically nobody is trying to build, to put the seeds to grow. There is too much fight to start a new one. We need peace and prosperity. This is what we find doing, not waiting. It is really important to make more people aware of what is going on and it means explaining it to the poor, so they can see it too, and maybe giving him/her some clothes and food also. It is about taking the power to the people, not to the empty financial vaults and social imposed standards that are the pathway to destruction of our society. Just imagine all those who today suffer in poverty helping to build something better, even today. See how many useless things we have in our corridors that we were convinced to take and pay for! We have to start doing the dirty job for ourselves or our houses will be filled with our own shit. If the people will not work for the companies and for the boss anymore, everyone will have to grow one's own food and clean one's own mess. Those who believe in God should turn to Him for love. This is a time of changes, strong ones, and it is clear that we need to act not with hate, but love. Yes, there are those in the side of the goverment, with firearms in hands, that are not in love with us but with the money they will receive for doing so, people so cold that are ready to hate. If we start to fight against ourselves, the violence will increase more and more. I do not want to be surprised by an army inside my home as I see in the USA. If I can avoid fighting, even better. Have in mind the power of the multitude. As was saw in Venezuela recently, there is a lot of people in the cities and if all the people go to the streets to claim for the rights, not only those who are in the social electronic medias, but also the parents, coworkers, employers, employees, wives, husbands, friends, children, grandparents, neighbors, commercial contacts etc., then there is no army that can stop. The point is that every human soul in the crowd must know exactly why such a thing is. There is no longer place for ignorance. This is how the empires were built. After getting informed, spread the word and build, brothers and sisters of mine.

17 de março de 2013

Tornado

Queria fazer de segundos minutos
Pra conter neles história completa,
Porque objetivos eu tenho e muitos
E falta tempo pra cumprir tanta meta.

A hora que jogo fora
Seria como dias então.
Minha alma aflita implora
Que faça bem mais esta mão.

Corro mais longe e mais solto
Pisando em solos estranhos.
Nesta correria me encontro
Por ver vazios meus anos.

Hoje sou outro ser
Somado a mim.
Que vou fazer?
Somos assim.

11 de março de 2013

Subliminares a postos



Invisível

O que não vemos é maior do que pensamos. Basta ver que somos milhares em uma cidade e poucos enxergamos. Na maioria estão confinados em escolas ou empresas naquele horário ou em casa repousando dos labores. Sim, somos tantos, mas cada um em seu contexto enxerga somente uma parcela que lhe é próxima. Talvez o internauta ouse ver mais do que há no mundo, sem pensar no assistente que alcança as ferramentas para o técnico que instala o cabo de conexão para seu computador. Poucos verão as multidões que trabalham nas esteiras industriais na China, ainda que ouçam falar, alguns outros podem se comover ao observar o sofrimento do povo indiano ao serem oprimidos pelos desejos de luxos alheios. Em nossos arredores, porém, milhares de anônimos. Não os vejo, ainda que tão próximos. São as muitas luzes que ofuscam? São os gritos tolos das telas que ensurdecem? São as mãos cheias de quinquilharias que satisfazem? Não nos vemos todos. Ou somente a nós, como se separados. Ou nem a quem somos. Os olhos foram inundados por mensagens repetidas. Assim, cada vez mais deixamos de ver quem está escondido atrás de paredes e fronteiras, quem está guardado em posições de serviço. Só vemos quem os meios de comunicação querem, os mesmos famosos eleitos por eles. Enquanto isso, milhares, milhões, bilhões que poderiam transformar o mundo se juntos vivem em isolamento visual. Estando perto, não são vistos e portanto relegados à inexistência.

10 de março de 2013

Nus

corpo é crime?
falar também?
quem o define?
gente do bem?

honra ao carro
que corre veloz?
o homem, barro,
vale muito; é nós.

Adão e Eva pelados
viviam em paz no jardim
sem medos por todos lados
sem carros ou prédios, enfim.

Mais uma vez cara-pintadas?

Nem sempre tudo consegue ficar escondido e isso naturalmente gera ira quando se tratam de crimes, abusos dos que possuem autoridade. A fim de que se mantenha a ordem planejada das coisas para os poderosos, o que se espera de um povo insatisfeito é que fique quieto logo. Ou por gritarem um pouco numa catarse e depois voltarem mansos pra casa, ou por aceitarem sua situação calmamente, ou por se distrairem com outra coisa, ou por tomarem umas cacetadas dos militares (soldados estrangeiros ou locais). Há de se considerar que existe a necessidade do caos pra justificar a repressão. De certa forma, os poderosos querem exemplos de rebeldia devidamente suprimida pra que o medo seja o maior agente silenciador. Quem afinal nos incentiva a ir às ruas? Somos realmente ativistas ou apenas levados a pensar que assim é, enquanto permanecemos verdadeiramente inertes apesar do grito ensaiado na boca? As revoluções são usadas como espetáculos que a mídia apresenta como bem lhe interessa pra satisfazer as necessidades comportamentais populares requeridas pelos que controlam os meios de comunicação. A verdadeira revolução consiste em educar a grande massa a fim de que se desvincule desse poder controlador, o que inclui uma mudança de postura em relação ao consumo, ao que é veiculado, ao governo, às leis e principalmente às pessoas menos privilegiadas quanto a conhecimento e recursos. A maioria segue a programação dada sem questionar e precisam fazer no mínimo isso. Mais uma vez cara-pintadas?

9 de março de 2013

666

Em tudo há simbolismos. O número 666, por exemplo, simboliza controle, poder. A caveira evoca o medo da degeneração, da doença, da violência, da morte, do caos. Em tudo podemos encontrar inúmeros temas, mas é a escolha dos signos utilizados que vai afetar o destino. Olhos, pirâmides, cruzes, cifrões, linhas onduladas, coloridas, animais, luzes, colunas, elementos geométricos, ferramentas... tantas maneiras de expressar significados. Quanto mais nos expomos a um símbolo, mais seu significado se entranha na compreensão, ainda que ele não seja captado a nível consciente, mas ao menos ficamos acostumados a isso, passamos a olhá-lo sem estranheza. Cada vez mais o absurdo se torna aceitável. O que antes seria grave ofensa hoje é parte do cenário. Há nudez em todo canto, sangue escorre nos desenhos infantis, xingam-se e odeiam-se em rede internacional, amam só de lábios, porque sugam cada ser que se submete a seu domínio, mas como ao menos falam em amor, sentem-se saciados, ainda que não amem de fato. O símbolo do amor é um coração, associado a bombons, ornamentos e outras inutilidades. O sentimento em si, esse fica deixado de lado. Raramente somos incentivados a amar e auxiliar por meio de exemplos, mas tão somente por palavras, de tal forma que poucos sabem o que seja mesmo tal afeto. Ligam o sacrifício de Jesus e a liberdade da opressão egípcia aos ovos de chocolate na celebração da Páscoa. O ovo é o símbolo, o produto é o consumo de uma substância extraída por gente escravizada, mas não é a isso que o símbolo nos arremessa, mas à vida, justificando a extorsão de trabalho humano pelo formato dado. Cada elemento significativo indica uma direção ou mais, mas para onde? Que símbolos vemos cotidianamente? Quem os insere no cenário? A mão que move as peças tem seus intentos e usa os mais diversos meios para convencer as pessoas a permanecerem escravas sem que o saibam. (666ª postagem deste blogue)

Não adianta ir contra

Nosso Grão-Mestre anuncia:

http://clubedosobservadoresdepinguins.blogspot.com.br/

8 de março de 2013

Baphomet desatualizado

Nosso grão-mestre

7 de março de 2013

Papa Paulo e a volta da inquisição

6 de março de 2013

Por trás da cena escreve-se o roteiro

Amanhã às 11h sob a tutela do vereador Paladini começa na Câmara de Vereadores de Pelotas um debate para direcionar a educação pelotense. Há espaço nessa pauta para a educação libertária? Não basta falar da estrutura do ensino (salas, mestres, limpeza, materiais, acesso, uniforme, merenda...) pois é essencial decidir para onde o ensino formal leva o ser que molda. A educação de fundamento sólido constitui-se de seres livres, emancipados, ainda que unidos. As famílias que escolheram seus representantes devem ter em conta que algo tão primordial precisa ser alvo de maior atenção do que as notícias impressionantes que os meios de comunicação carregam aos quatro ventos.

4 de março de 2013

Governados incultos

Lembrando um debate na Fábrica Cultural, onde se firmou ainda mais a parceria do candidato eleito prefeito de Pelotas com a amiga e atual titular da Secult, Eduardo Leite disse que sua meta pra cultura em 2013 era reformar o Sete de Abril. Essa é uma meta miserável, mesquinha, ainda que custe milhões. Cultura é só isso? Povo culto não é necessariamente o que tem teatro, porque antes tinha e a grande massa seguia na ignorância proposital. Governar pra elite é o que se tem feito há gerações. Cito o caso atual, mas não me falem em outros partidos nem nomes, porque nenhum deles teve a intenção de mudar a ordem social, ainda que seus estatutos em algum lugar o exprimam e em campanha o proclamem. O que temos é uma sucessão de privilegiados privilegiadores no poder e outros que disputam pra ter o cetro nas mãos e ter sua vez de ser beneficiados e beneficiar seus grupos de interesse. É preciso que a grande maioria das pessoas tenha cultura real, não esse distracionismo fantasiado de pertinência. Os ricos, os nobres continuam em descarada vantagem nas prioridades da liderança. Não é com festa popular ou com porta de prédio aberta que se torna mediocridade ou miséria em prosperidade. É necessário ensinar, questionar, deixar-se questionar. O que aprendem na escola tantas vezes sequer serve pra algo mais que passar nos exames. Sabem plantar? Votar? Pensar? Amar? Correr? Como se só os diplomados movessem o mundo, ainda se prioriza demais o meio famigerado e exclusivista onde se 'formam' os profissionais. Cultura é mais que isso também. Silenciar perante a massa que quer ser governada é dar continuidade a uma hipnose coletiva que induz à morte e exploração. Cultura é uma necessidade primordial pra que haja paz e igualdade.

3 de março de 2013

28 de fevereiro de 2013

Papa Paulo é qualificado!


Aviso final


O contra-império ataca!